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29/07/2008

Tudo Que Morre é Consumado

Se tudo que vive é sagrado,
tudo que morre é consumado!

Não há corpo que não apodreça ao sol,
não há carne que não feda no sereno.

Vísceras se desfazem na eterna dança da putrefação!

Não há código,
não há Bíblia cristã,
não há livro de magia, Torá ou Corão,
que a bicharia pacientemente não roa...

Páginas às traças, carnes aos vermes!
O sagrado e o profano a revelar os ossos!

Pois se tudo que vive é sagrado,
tudo que morre é consumado!

Um comentário:

Lisa Stér Cöy disse...

Perfeito...
Fez-me lembrar essa:

"Pairo na inércia do nada,
a algumas léguas de lugar nenhum.
Sussurro ao vento e peço segredo,
imploradno milagres a deus, alá, krishna e oxum." L. S. Cöy.

O toque de várias crenças. :)

Bjs, Evoé!