claudicante.
Nesse mundo que já não vislumbro
céu e terra.
Já não sei se sou anjo ou demônio,
na desvirtude que meu peito
não pondera.
Sinto-me insensato como um coxo
amante
prestes a buscar minha cova
que espera
o último ato do poeta que nu
caminha
erotófobo e vacilante sob
o signo da quimera.
São Gonçalo, 13 de maio de 2009.
Poema inédito!
