febre de sentir o mundo ao meu redor
de buscar a cura para minha insanidade
tenho febre
do medo de amar
da paixão que me consome
da desilusão da vida
do anseio de morte
tenho febre
febre de sentir a solidão que procurei
de buscar o preenchimento do nada
que vazio arde nessa febre insensata
tenho febre
não há dipirona e nem chá que cure
pois a febre que arde meu corpo
vem da alma.
São Gonçalo, 08 de outubro de 2009.

1 comentários:
Já está na hora de atualizar este blog, heim?! rsrs
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