em meus ouvidos.
Tateio no escuro em busca de uma saída
de eu mesmo.
Destino vulgar que banaliza
minha gauche vida.
O chão falta aos meus pés,
o corpo flutua...
Vem o medo da ausência,
medo de minha própria presença
e do peso do mundo sobre minhas costas.
O vinho já corrói o estômago
e os sonhos corróem os pensamentos.
Os passos, passo a passo, param estáticos
e de inopino encerro embriagado
a valsa dos tolos.
São Gonçalo, 16 de março de 2009.

1 comentários:
Muito massa!
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