claudicante.
Nesse mundo que já não vislumbro
céu e terra.
Já não sei se sou anjo ou demônio,
na desvirtude que meu peito
não pondera.
Sinto-me insensato como um coxo
amante
prestes a buscar minha cova
que espera
o último ato do poeta que nu
caminha
erotófobo e vacilante sob
o signo da quimera.
São Gonçalo, 13 de maio de 2009.
Poema inédito!

4 comentários:
Feliz do poeta que se deixa influênciar por seus sonhos, a realidade é dura demais pra ser vivida sem a poesia!! Belíssimo poema! Abço. Solange Bretas
Por acaso era você que lia o meu blog "O Mundo da Minha Janela" se for, so faça algum comentqrio no seu blog.
Ex bllablabla
Não me lembro...
Entrei de fuxiqueira!:D
Vi o link do seu blog na página de recado de um amigo do orkut estranhamente incomum.
Gostei bastante do que li, pois tb gosto de escrever. Se tiver interesse, dê uma olhada no "morro guarda-chuva".
=)
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